A Bota de PVC Preta Kadesh tem cano alto de 33 cm: PVC cristal injetado, inteiriça e impermeável, com reforço no tornozelo e no calcanhar e solado antiderrapante. É a bota para onde há volume de água, lama e respingo que sobe pela perna. Aprovada pelo CA 42149.
Bota de cano curto resolve o piso molhado. Não resolve a água que sobe — a poça que passa do tornozelo, a lama de canteiro depois da chuva, o jato da mangueira de lavagem, a enxurrada de valeta.
Com 33 cm, o cano passa da metade da panturrilha e fecha essa entrada. É a diferença entre terminar o turno com o pé seco e passar oito horas com a meia encharcada — que, além do desconforto, é causa de micose e de perda de calor.
Cano e solado são uma peça só de PVC cristal injetado, sem costura. Não há emenda para vazar, nem linha para apodrecer em contato com água e lama.
O reforço lateral no tornozelo e no calcanhar é onde a bota mais sofre — é a região que raspa em degrau, escada de andaime e caçamba.
O certificado registra SRA — ensaio de escorregamento em piso de cerâmica contaminado com detergente — e FO, resistência do solado ao óleo combustível.
Vale saber a diferença, porque o mercado confunde: SRA cobre o piso molhado; SRC acrescenta o ensaio em piso de aço com glicerol, que representa o piso engordurado. Se a sua operação tem gordura no chão — frigorífico, cozinha industrial, área de abate — o indicado é a bota com classificação SRC.
Duas informações que preferimos dar antes da compra:
Não tem biqueira. É calçado ocupacional pela ABNT NBR ISO 20347, aprovado para riscos de natureza leve, agentes abrasivos e escoriantes e umidade. Não é calçado de segurança pela NBR ISO 20345 e não protege os dedos contra impacto e compressão. Se o programa de segurança exigir proteção de dedos, consulte-nos.
Não tem aprovação para produtos químicos. O certificado cobre umidade e riscos leves; o único item de resistência é o do solado ao óleo combustível. Para contato com soda, cloro, ácido ou solvente, o produto é a bota com resistência química ensaiada. Anúncio que promete "resistência a ácidos, solventes e hidrocarbonetos" nesta bota está prometendo o que o certificado não cobre.
Restrição do certificado: não deve ser utilizada em operações de combate a incêndio.
Em obra, saneamento e agricultura, a bota vive suja. A cor preta não deixa a sujeira aparente, o que evita a troca por aparência antes do fim da vida útil — o contrário do que se quer em indústria alimentícia, onde a bota branca existe justamente para mostrar.
Lave com água e sabão neutro por dentro e por fora ao fim do turno, e seque à sombra, de boca para baixo, em local ventilado. Não seque ao sol nem perto de calor — o PVC ressecado trinca, e bota trincada não é mais impermeável.
Substitua quando houver trinca no cano ou no solado, ou perda do relevo antiderrapante.
33 cm — passa da metade da panturrilha, para barrar água, lama e respingo que sobem pela perna.
Não. É calçado ocupacional (NBR ISO 20347), para riscos de natureza leve. Se o seu programa de segurança exige proteção de dedos, consulte-nos.
O certificado cobre umidade e riscos leves; o solado é resistente ao óleo combustível. Não há aprovação para produtos químicos. Para contato com soda, cloro, ácido ou solvente, indicamos a bota com resistência química ensaiada.
SRA — ensaiado em piso de cerâmica com detergente. O SRC acrescenta o ensaio em piso de aço com glicerol, que representa piso engordurado; se a sua área tem gordura no chão, indicamos o modelo SRC.
Sim. O calçado possui forro interno.
São usos diferentes. Esta tem cano alto de 33 cm, para volume de água e lama. A branca tem aprovação contra frio e resistência a sete produtos químicos, com solado SRC — é a de ambiente refrigerado e higienização.
Sim, CA 42149.
É a bota de cano alto que não deixa a água entrar por cima: 33 cm, inteiriça, sem costura, com reforço onde ela mais raspa e solado antiderrapante. Para obra, saneamento e campo, faz o serviço pelo menor custo por par do catálogo.
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