O Cinturão de Segurança Tipo Paraquedista Steelflex Easy Pro é o elo entre o trabalhador e o sistema de proteção contra quedas. Fita de poliéster bicolor de 45 mm, fivelas e argolas em aço forjado galvanizado, dois pontos de ancoragem, proteção subpélvica e indicador de queda. Tamanho único ajustável, vendido à unidade. Aprovado pelo CA 45081.
O cinturão sozinho não protege ninguém
Ele é componente de um sistema. Sem talabarte ou trava-quedas, ponto de ancoragem dimensionado e conector, o cinturão não retém queda nenhuma. O sistema deve atender à ABNT NBR 15636:2010 e ser montado de modo que nenhuma queda livre vertical seja possível.
O equipamento deve ser usado por pessoa treinada e capacitada, com inspeção completa antes de cada uso. A especificação do sistema de proteção contra quedas cabe a profissional habilitado, conforme a NR-35.
Esta é a informação mais importante desta página, porque o uso errado do ponto frontal já causou acidente.
| Ponto | O que é | Para que serve |
|---|---|---|
| Dorsal | argola em "D" de aço forjado, nas costas | retenção de queda |
| Frontal / peitoral | suportes têxteis em poliéster | sistemas guiados de subida e descida, escada com linha de vida vertical, posicionamento |
O ponto de retenção fica nas costas por um motivo: na queda, o corpo fica suspenso na vertical e a coluna não sofre flexão. Conectar o talabarte de retenção de queda no ponto frontal é erro grave — o talabarte com absorvedor deve ser conectado apenas ao anel-D dorsal.
A queda é o primeiro problema. O segundo começa logo em seguida: o trabalhador fica suspenso, imóvel, preso ao cinturão — e a compressão das fitas nas pernas pode levar ao trauma por suspensão inerte, um quadro que se instala em minutos e que já matou gente que sobreviveu à queda.
A proteção subpélvica distribui a carga da suspensão por uma área maior e reduz esse risco. É por isso que ela existe, e é por isso que o plano de resgate faz parte do trabalho em altura: reter a queda não encerra a emergência.
De nada adianta o sistema reter a queda se não houver espaço livre abaixo do trabalhador. A distância necessária soma:
comprimento do talabarte + alongamento do absorvedor + altura do trabalhador + margem de segurança
Se essa distância não existir abaixo do ponto de ancoragem, o trabalhador atinge o solo ou a estrutura antes de o sistema o reter. Por isso a regra: o ponto de ancoragem deve estar acima da cabeça do usuário, com trabalhador e ancoragem posicionados para minimizar a distância de queda.
Consulte-nos com a altura de trabalho e o ponto de ancoragem disponível que ajudamos a verificar se o conjunto atende.
O indicador de queda é uma costura testemunha que se rompe quando o cinturão absorve o impacto de uma queda.
Se o indicador acionou, o cinturão é descartado — mesmo parecendo íntegro, mesmo sem rasgo visível, mesmo que a queda tenha parecido pequena. A fita de poliéster absorve energia e perde resistência sem mostrar dano externo. Não há reparo, não há reaproveitamento e não há segunda queda.
Junto com isso, faça a inspeção visual antes de cada uso: cortes e abrasão nas fitas, costuras soltas, corrosão ou deformação nas fivelas e na argola, e funcionamento dos engates.
Fita de poliéster bicolor de 45 mm, com acabamento em PVC e costuras reforçadas — alta resistência mecânica a rompimento e resistência à oxidação. As fivelas duplas de aço com passantes plásticos regulam pernas, tronco e peito, e a fita peitoral tem engate rápido.
O ajuste é o que faz o cinturão trabalhar como projetado: folga nas pernas muda o ponto onde a carga é aplicada no corpo durante a retenção. Regule com o equipamento vestido, em pé, antes de subir.
A vida útil é de 5 anos a partir da data de fabricação, mesmo com uso leve e armazenamento correto. Vencido o prazo, o cinturão sai de uso — a fita sintética envelhece por exposição a luz, umidade e temperatura, independentemente de quanto foi usada.
Substitua imediatamente, antes do prazo, em caso de queda registrada, dano visível ou qualquer dúvida sobre a integridade do equipamento.
Parece detalhe doméstico e não é: fita de poliéster lavada com produto agressivo ou seca ao sol perde resistência sem sinal visível. O equipamento continua parecendo novo e já não é.
Para trabalhar, este cinturão precisa de:
Fale com a Funcimax que montamos o conjunto conforme a sua atividade.
O dorsal — a argola em "D" de aço nas costas. É o ponto de retenção de queda. O ponto frontal, em fita têxtil, é para sistemas guiados de subida e descida e para posicionamento; conectar o talabarte de retenção nele é erro grave.
Não. Ele é componente de um sistema individual de proteção contra quedas, que exige talabarte ou trava-quedas, conector e ponto de ancoragem dimensionado, conforme a NBR 15636:2010 e a NR-35.
É uma costura testemunha que se rompe quando o cinturão absorve uma queda. Se ela acionou, o equipamento deve ser descartado, mesmo parecendo íntegro — a fita perde resistência sem mostrar dano externo.
5 anos a partir da data de fabricação, com armazenamento e uso corretos — e substituição imediata em caso de queda, dano visível ou qualquer dúvida sobre a integridade.
Verifique cortes e abrasão nas fitas, costuras soltas ou desfiadas, corrosão e deformação nas fivelas e na argola dorsal, funcionamento dos engates e o indicador de queda. Na dúvida, não use.
Pode: água entre 30 °C e 60 °C com detergente neutro pH 7, sem produtos ácidos ou básicos, e secagem natural à sombra. Nunca use produto agressivo nem seque ao sol ou perto de fonte de calor — a fita perde resistência sem sinal visível.
Somente pessoa treinada e capacitada para trabalho em altura, conforme a NR-35.
Sim, CA 45081, conforme as normas ABNT NBR 15835:2010 e NBR 15836:2010.
É o cinturão de dois pontos com os recursos que importam na hora que interessa: argola dorsal de aço forjado, proteção subpélvica e indicador de queda — e uma página que explica qual ponto serve para quê, em vez de deixar o trabalhador descobrir no dia errado.
Vai equipar uma equipe? Fale com a Funcimax pelo WhatsApp: montamos o conjunto completo — cinturão, talabarte e conectores — conforme a sua atividade.