O Talabarte Duplo em Y Steelflex Easy Pro liga o cinturão ao ponto de ancoragem e limita a força do impacto numa queda. Fita tubular elástica de poliéster, absorvedor de energia, três conectores em aço forjado com trava dupla e comprimento máximo de 1,30 m. Vendido à unidade. Certificado conforme ABNT NBR 15834:2010 e NBR 14629:2010.
Zona livre de queda: faça a conta antes de subir
O absorvedor de energia funciona rasgando costuras de forma controlada para dissipar o impacto — e, ao fazer isso, ele alonga. Esse alongamento se soma a tudo que está abaixo da ancoragem:
1,30 m de talabarte + alongamento do absorvedor + altura do trabalhador + margem de segurança
Se essa distância livre não existir abaixo do ponto de ancoragem, o trabalhador atinge o solo ou a estrutura antes de o sistema o reter. O EPI funciona como projetado e a pessoa se machuca gravemente mesmo assim. Por isso o ponto de ancoragem deve ficar acima da cabeça do usuário, com o sistema montado de modo que nenhuma queda livre vertical seja possível. Consulte-nos com a altura de trabalho que ajudamos a verificar o conjunto.
Um talabarte sem absorvedor retém a queda — e transmite a força do impacto direto para o corpo. Numa queda de dois metros, essa força ultrapassa o que o organismo suporta: o equipamento segura e a pessoa se machuca gravemente mesmo assim.
O absorvedor resolve isso transformando parte da energia em rasgo controlado de costura. O impacto que chega ao trabalhador cai para um patamar tolerável, e é essa diferença que separa "sobreviveu" de "sobreviveu e voltou a trabalhar".
Absorvedor acionado não volta a funcionar. Talabarte que passou por retenção de queda sai de uso — ver o bloco de descarte abaixo.
Esta é a razão de existir do talabarte duplo, e o que justifica o preço sobre o simples.
O talabarte em Y tem duas pernas. Ao mudar de ponto de ancoragem, o trabalhador prende a segunda perna no novo ponto antes de soltar a primeira — e nunca fica desconectado.
Com talabarte simples, a troca de ancoragem exige desconectar. É exatamente nesse instante que ocorre boa parte das quedas fatais em altura: o trabalhador está em deslocamento, muitas vezes numa posição instável, e por alguns segundos não há nada entre ele e o chão.
O conceito tem nome no setor: conexão 100% do tempo. Quem trabalha em torre, andaime ou estrutura metálica — onde se muda de ponto o tempo todo — precisa do duplo, não do simples.
| Conector | Abertura | Onde conecta |
|---|---|---|
| Inferior (1 unidade) | pequena | argola em "D" dorsal do cinturão |
| Superiores (2 unidades) | ampla | a estrutura — viga, tubo, andaime, guarda-corpo |
A lógica é direta: o conector de baixo encaixa numa argola, então a abertura é pequena; os de cima precisam abraçar o elemento estrutural, então a abertura é grande.
É também por isso que um mosquetão de abertura pequena não serve para ancorar em estrutura — ele conecta equipamento em equipamento. Para ancorar em viga ou tubo, use os conectores superiores deste talabarte ou uma fita de ancoragem.
Os três conectores são em aço forjado galvanizado, com trava dupla.
Este talabarte deve ser conectado exclusivamente ao anel-D de fixação dorsal do cinturão paraquedista, que deve atender às normas ABNT NBR 15835:2010 e NBR 15836:2010.
O ponto frontal do cinturão, em fita têxtil, não é ponto de retenção de queda — serve para sistemas guiados de subida e descida e para posicionamento. Conectar o talabarte de retenção no frontal é erro grave.
Retire de uso imediatamente:
Inspecione as fitas e os três conectores antes de cada uso.
O talabarte é uma peça. Para trabalhar, ele precisa de:
O equipamento deve ser usado por pessoa treinada e competente, ou sob supervisão direta de pessoa competente, e a especificação do sistema cabe a profissional habilitado conforme a NR-35.
Porque ele permite trocar de ponto de ancoragem sem nunca ficar desconectado: prende-se a segunda perna no novo ponto antes de soltar a primeira. Com talabarte simples, a troca exige desconectar — e é nesse instante que ocorre boa parte das quedas fatais.
Não. Exclusivamente no anel-D de fixação dorsal, que é o ponto de retenção de queda. O ponto frontal serve para sistemas guiados e posicionamento.
Sim — os dois conectores superiores têm abertura ampla justamente para abraçar o elemento estrutural. O conector inferior, de abertura pequena, é o que vai na argola do cinturão.
É a distância que precisa existir abaixo do ponto de ancoragem para que o sistema retenha o trabalhador antes de ele atingir o solo ou a estrutura. Ela soma o comprimento do talabarte, o alongamento do absorvedor durante a queda, a altura do trabalhador e uma margem de segurança.
Imediatamente após qualquer retenção de queda — o absorvedor acionado não volta a funcionar —, em caso de cortes ou abrasão nas fitas, conectores corroídos ou deformados, ou qualquer dúvida sobre as condições do equipamento.
Talabartes são certificados pelas normas técnicas específicas — ABNT NBR 15834:2010 e NBR 14629:2010 —, e não pelo sistema de CA do Ministério do Trabalho. Fornecemos a documentação de conformidade do fabricante junto com o produto.
Somente pessoa treinada e competente, ou sob supervisão direta de pessoa competente, conforme a NR-35.
É a peça que transforma cinturão e ancoragem em sistema: limita a força do impacto com absorvedor de energia e permite trocar de ponto sem nunca soltar — que é onde as quedas realmente acontecem.
Vai montar o sistema completo? Fale com a Funcimax pelo WhatsApp com a altura de trabalho e o tipo de ancoragem disponível, que indicamos o conjunto adequado.