O Cone Flexível Plastcor de 75 cm é o cone para sinalização viária: corpo injetado em PVC laranja fluorescente, duas faixas refletivas brancas em PVC microprismático soldadas eletronicamente e base com oito sapatas de apoio. Fabricado conforme a ABNT NBR 15071, a norma dos dispositivos auxiliares de sinalização viária. Vendido à unidade.
Cone usado em via pública — rodovia, avenida, desvio de tráfego, praça de pedágio — precisa atender às especificações do CONTRAN e do Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito, que têm a NBR 15071 como referência técnica dos dispositivos.
Na prática, a norma define o que o cone precisa ter para ser visto a tempo pelo motorista:
| O que a norma exige | Este cone |
|---|---|
| Altura entre 70 e 76 cm | 75 cm |
| Corpo na cor laranja | laranja fluorescente |
| Duas faixas de 100 mm, película tipo III ou VIII | duas faixas brancas em PVC microprismático |
| Retrorrefletância de 360 a 700 cd·lx⁻¹·m⁻² | conforme a ABNT NBR 10.644:2021 |
| Estabilidade ao calor e às intempéries, sem deformar nem descolorir | PVC flexível injetado |
Isso não é detalhe de catálogo: é o que a fiscalização cobra. Empreiteira que sinaliza obra em via com cone fora da especificação é autuada, e o problema aparece justamente no momento pior — durante a obra, com o tráfego parado.
Existem cones flexíveis de 75 cm laranja e branco que não atendem à norma, e eles são visualmente muito parecidos com este. A diferença está na faixa.
O modelo comum de mercado costuma trazer faixas de 250 candelas. A norma exige no mínimo 360. É cerca de 30% menos luz devolvida ao farol — e essa diferença é a distância em que o motorista enxerga o cone, à noite e na chuva.
Por isso o preço dos dois é diferente. Se o uso for pátio, estacionamento, galpão, obra fechada ou evento, o cone comum resolve muito bem e custa menos — temos essa opção. Se o uso for via pública, o cone precisa ser este.
Na dúvida sobre qual o seu contrato exige, fale conosco antes de comprar.
As duas faixas refletivas são soldadas eletronicamente ao corpo do cone, não coladas.
Esse é o defeito clássico do cone de sinalização, e vale entender antes de comparar preços: a faixa adesiva descola com sol, chuva, lavagem e empilhamento — e, quando descola, o cone deixa de atender à norma na mesma hora, mesmo continuando inteiro e novo. Você fica com um cone que parece bom, não sinaliza direito e não passa em fiscalização.
A faixa soldada é fundida ao corpo. Não há cola para envelhecer: ela acompanha a vida útil do cone.
O corpo é injetado em PVC flexível, em peça única. Quando um veículo passa por cima, o cone se dobra e retorna à forma original — pode ser dobrado totalmente ao meio sem perder o formato.
Em obra viária, isso é a diferença entre repor cones toda semana e usar os mesmos por anos: cone rígido racha no primeiro atropelamento e ainda deixa fragmentos duros na pista, que furam pneu e machucam quem recolhe. O flexível não estilhaça.
A base tem oito sapatas de apoio, que distribuem o contato com o solo e seguram melhor em piso irregular — asfalto remendado, terra batida, sarjeta. Cone que balança com a passagem de caminhão sai do lugar e desorganiza o desvio inteiro.
A base traz ainda rebaixos que evitam o desgaste quando os cones são empilhados, que é como eles viajam e ficam guardados.
O topo tem dois furos, e as laterais permitem passar fita zebrada, fita de demarcação ou corrente plástica de um cone para o outro.
Com isso o cone deixa de ser só um ponto e passa a ser apoio de barreira contínua — que é como se isola uma faixa de rolamento, um trecho de calçada ou uma área de manobra:
Limpe com água e sabão neutro, seque à sombra e armazene em local coberto e arejado. Evite deixar os cones expostos ao sol quando fora de serviço: o corpo desbota com o tempo, e cone desbotado perde a cor que a norma exige. Empilhe pela base, usando os rebaixos.
Confira periodicamente as faixas refletivas — cone com faixa danificada, riscada ou encardida devolve menos luz e deixa de cumprir a função.
Sim — é exatamente para isso que ele existe. Ele é fabricado conforme a ABNT NBR 15071, a norma de referência dos dispositivos auxiliares de sinalização viária adotada pelo CONTRAN e pelo Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito.
A faixa refletiva. O modelo comum costuma trazer faixas de 250 candelas, enquanto a NBR 15071 exige de 360 a 700 cd·lx⁻¹·m⁻². Na prática, é a distância em que o motorista enxerga o cone à noite. O cone comum é ótimo para pátio, galpão, obra fechada e evento — mas não é cone de via pública.
Não, são soldadas eletronicamente ao corpo. Faixa colada descola com sol, chuva e lavagem — e cone sem faixa deixa de atender à norma na mesma hora, mesmo estando inteiro.
Não é o esperado. Sendo de PVC flexível, ele pode ser dobrado totalmente ao meio e volta à forma original, sem rachar nem gerar fragmentos na pista.
Sim. Solicite junto com a proposta que enviamos a documentação de conformidade do fabricante — é o que a fiscalização, a auditoria de obra e o processo de licitação costumam pedir.
Não é aplicável. Cone de sinalização é equipamento de proteção coletiva — organiza o ambiente e protege todos os presentes —, e não Equipamento de Proteção Individual, portanto não está sujeito ao sistema de CA do Ministério do Trabalho. A referência técnica dele é a NBR 15071.
Sim. O topo tem dois furos e as laterais permitem passar fita zebrada, fita de demarcação ou corrente plástica, formando uma barreira contínua entre os cones.
Para via e área de tráfego real, 75 cm — é a altura que o motorista enxerga de longe e de dentro de veículo alto, e é a faixa que a norma prevê. Para uso interno e baixa velocidade, o cone de 50 cm resolve.
É o cone que passa na fiscalização: fabricado conforme a NBR 15071, com faixa microprismática soldada — que não descola e não deixa o cone fora de norma no meio da obra — e corpo flexível que aguenta ser atropelado e volta inteiro.
Vai sinalizar obra em via pública? Fale com a Funcimax pelo WhatsApp: montamos o pedido com cones, coletes refletivos e fita de isolamento, e enviamos a documentação de conformidade junto com a proposta.