O Respirador PFF2 com Válvula Átomos protege as vias respiratórias contra poeiras, névoas e fumos não oleosos em obra e em indústria. Dobrável, em três camadas, com meio filtrante tratado eletrostaticamente e válvula de exalação, é o respirador de uso geral para jornada inteira em ambiente com partículas em suspensão. Aprovado pelo CA 44746. Vendido ⚠️ [por peça / em caixa com ___ unidades — preencher].
Antes de comprar, confira se é este o equipamento certo
Não use em espaço confinado. O respirador PFF2 filtra o ar do ambiente — ele não fornece oxigênio. Por isso não deve ser utilizado em locais fechados como câmaras, silos e tubulações, nem em qualquer atmosfera com deficiência de oxigênio. Espaço confinado é regulado pela NR-33 e exige respirador de linha de ar ou equipamento autônomo.
Classe S: aprovado somente para aerossóis sólidos e líquidos à base de água. Não protege contra névoa oleosa (óleo de corte, tinta com solvente — que exigem classe P) nem contra gases e vapores orgânicos, porque o PFF2 não tem carvão ativado.
Dois painéis de não tecido envolvem um meio filtrante em microfibras sintéticas com tratamento eletrostático, que aumenta a retenção de partículas sólidas e líquidas não oleosas — poeiras minerais, cimento, cal, talco, soda cáustica, sabão em pó, fibras têxteis, poeiras vegetais e poeiras de lixamento e esmerilhamento. O revestimento externo em não tecido azul evita a soltura de fibras.
O tratamento eletrostático é o que faz o PFF2 reter partícula muito menor do que a malha do tecido conseguiria sozinha. É também o motivo pelo qual o respirador tem vida útil curta: a carga eletrostática se perde com a umidade e com o uso.
Resolve o conforto. A válvula deixa o ar exalado sair com menos resistência, reduz o acúmulo de calor e umidade dentro do respirador e diminui o embaçamento dos óculos de proteção usados em conjunto. Em jornada longa e ambiente quente, é o que define se o EPI fica no rosto ou pendurado no pescoço.
Não resolve o controle de fonte. O ar exalado sai pela válvula sem passar pelo filtro. Ou seja, este modelo protege quem usa, e não protege as pessoas em volta.
| Com válvula (este modelo) | Sem válvula (CA 44527) | |
|---|---|---|
| Protege quem usa | sim | sim |
| Protege quem está por perto | não | sim |
| Conforto em calor e jornada longa | melhor | menor |
| Embaçamento de óculos | menos | mais |
Em área limpa, sala de manipulação de alimento, laboratório e ambiente de saúde — onde o usuário não pode contaminar o produto nem as pessoas —, o indicado é o respirador PFF2 sem válvula. Em obra, mineração e ambiente quente, onde o risco é só para quem usa, este modelo é a melhor escolha.
A tira metálica moldável na parte superior permite ajustar o respirador ao formato do nariz, que é onde a maior parte do vazamento acontece. O elástico revestido, com regulador, fixa a peça ao rosto.
Vale dizer o que o mercado não escreve: o PFF2 só funciona com vedação. Barba, costeleta e cavanhaque impedem o selo facial e derrubam a proteção real, mesmo com o respirador certo, certificado e novo. Por isso empresas com programa de proteção respiratória maduro fazem teste de vedação e exigem rosto barbeado na área.
Observação: o elástico é em látex revestido. Pessoas com sensibilidade ao látex devem considerar esse contato, que aqui é com a pele do rosto e da nuca por várias horas.
Este é um respirador descartável, de uso limitado. Descarte ao fim da jornada — ou antes disso, assim que o respirador estiver úmido, sujo, deformado ou danificado, ou quando a respiração ficar difícil. Respirador saturado aumenta o esforço respiratório e, quando deforma, deixa de vedar.
A utilização adequada deve observar as recomendações da FUNDACENTRO contidas na publicação "Programa de Proteção Respiratória — recomendações, seleção e uso de respiradores" (PPR).
Na prática: o respirador é uma etapa. O programa inclui avaliação do agente e da concentração no ambiente, seleção da classe correta, teste de vedação, treinamento de uso e controle na fonte. É o que garante que o EPI comprado seja o EPI adequado àquele posto de trabalho.
Não. Ele filtra o ar do ambiente e não supre oxigênio, portanto não deve ser utilizado em locais fechados como câmaras, silos e tubulações. Espaço confinado é regulado pela NR-33 e exige linha de ar ou equipamento autônomo.
Não. O PFF2 classe S protege contra aerossóis sólidos e líquidos à base de água — poeiras, névoas e fumos. Não retém gases nem vapores orgânicos, porque não tem carvão ativado, e não é indicado para névoa oleosa, que exige classe P.
Não. O ar exalado sai pela válvula sem ser filtrado. Para controle de fonte — alimentação, farmacêutica, laboratório, saúde — use o modelo sem válvula (CA 44527).
É a classe equivalente, não o mesmo ensaio: a norma brasileira exige eficiência mínima de 94% para o PFF2, e a norte-americana, 95% para o N95. Na prática, atendem ao mesmo tipo de exposição.
Não. É descartável e de uso limitado. Descarte ao fim da jornada, ou antes se estiver úmido, sujo, deformado, danificado ou se a respiração ficar difícil.
Reduz o acúmulo de calor e umidade dentro do respirador, diminui a resistência ao expirar e ajuda a evitar o embaçamento dos óculos de proteção.
Sim, CA 44746, aprovado para proteção das vias respiratórias contra poeiras, névoas e fumos.
É o respirador de melhor custo por peça para uso geral em obra e indústria, com o conforto da válvula para quem passa a jornada inteira com ele no rosto. Certificado, com filtro eletrostático e clipe nasal moldável — e com o escopo dito com todas as letras, para que ninguém compre o equipamento errado.
Precisa de orientação para o seu posto de trabalho? Fale com a Funcimax pelo WhatsApp com o agente e a concentração do seu ambiente, que indicamos a classe correta.