O Respirador PFF2 Sem Válvula Átomos protege as vias respiratórias contra poeiras, névoas e fumos não oleosos — e, por não ter válvula de exalação, protege também quem está por perto: todo o ar exalado passa pelo filtro. Dobrável, em três camadas, com filtro eletrostático e clipe nasal interno. Aprovado pelo CA 44527. Vendido por unidade
Antes de comprar, confira se é este o equipamento certo
Não use em espaço confinado. O respirador PFF2 filtra o ar do ambiente — ele não fornece oxigênio. Por isso não deve ser utilizado em locais fechados como câmaras, silos e tubulações, nem em qualquer atmosfera com deficiência de oxigênio. Espaço confinado é regulado pela NR-33 e exige respirador de linha de ar ou equipamento autônomo.
Classe S: aprovado somente para aerossóis sólidos e líquidos à base de água. Não protege contra névoa oleosa (óleo de corte, tinta com solvente — que exigem classe P) nem contra gases e vapores orgânicos, porque o PFF2 não tem carvão ativado.
Num respirador com válvula de exalação, o ar que o usuário expira sai sem passar pelo filtro. O equipamento protege quem o veste e não impede que ele contamine o ambiente, o produto ou as pessoas em volta.
Neste modelo não há válvula: todo o ar, na inalação e na exalação, atravessa o meio filtrante. É o que se chama de controle de fonte.
| Sem válvula (este modelo) | Com válvula (CA 44746) | |
|---|---|---|
| Protege quem usa | sim | sim |
| Protege quem está por perto | sim | não |
| Conforto em calor e jornada longa | menor | melhor |
| Embaçamento de óculos | mais | menos |
Onde o modelo sem válvula é o indicado: área limpa, sala de manipulação de alimento, indústria farmacêutica, laboratório, ambiente de saúde e qualquer posto em que o usuário não pode contaminar o produto nem as pessoas.
Onde o modelo com válvula costuma ser melhor: obra, mineração e ambiente quente, em que o único risco é para quem usa e o conforto decide se o EPI fica no rosto ou pendurado no pescoço. Nesse caso, veja o respirador PFF2 com válvula.
Camada externa em fibra sintética de polipropileno, camada intermediária em manta estruturante e filtro em fibra sintética com tratamento eletrostático, que aumenta a retenção de partículas sólidas e líquidas de base aquosa — poeiras minerais, cimento, cal, fibras têxteis e poeiras de lixamento e esmerilhamento.
A solda ultrassônica em todo o perímetro fecha as bordas e reduz o risco de descolamento das camadas durante o uso — a borda é justamente por onde o ar não filtrado tende a entrar num respirador dobrável.
Classe PFF2, classe equivalente à N95 norte-americana: a norma brasileira exige eficiência mínima de 94%, e a norte-americana, 95%, por ensaios diferentes. Na prática, atendem ao mesmo tipo de exposição.
O clipe nasal interno, em metal revestido de plástico, permite moldar o respirador ao formato do nariz — que é onde a maior parte do vazamento acontece. O elástico fixado diretamente à peça mantém o conjunto no rosto.
E o ponto que o mercado não escreve: o PFF2 só funciona com vedação. Barba, costeleta e cavanhaque impedem o selo facial e derrubam a proteção real, mesmo com o respirador certo, certificado e novo. Empresas com programa de proteção respiratória maduro fazem teste de vedação e exigem rosto barbeado na área.
Observação: o elástico é em látex. Pessoas com sensibilidade ao látex devem considerar esse contato, que aqui é com a pele do rosto e da nuca por várias horas.
Este é um respirador descartável, de uso limitado — não é reutilizável. O filtro eletrostático perde carga com a umidade e com o uso, e a peça perde capacidade de vedação.
Descarte ao fim da jornada — ou antes disso, assim que estiver úmido, sujo, deformado ou danificado, ou quando a respiração ficar difícil.
O Certificado de Aprovação cobre quatro combinações de cor: azul/branco, preto/branco, rosa/branco e branco/branco.
Além da preferência estética, a cor tem uso prático em empresa com equipe grande: identifica setor, turno ou nível de acesso à área — o mesmo recurso usado em luvas e protetores auditivos, e que permite ao encarregado conferir a equipe inteira de longe.
A utilização adequada deve observar as recomendações da FUNDACENTRO contidas na publicação "Programa de Proteção Respiratória — recomendações, seleção e uso de respiradores" (PPR).
Na prática: o respirador é uma etapa. O programa inclui avaliação do agente e da concentração no ambiente, seleção da classe correta, teste de vedação, treinamento de uso e controle na fonte — é o que garante que o EPI comprado seja o EPI adequado àquele posto.
A proteção de quem usa é equivalente nos dois — mesma classe PFF2 e mesmo tipo de filtro. A diferença está em duas coisas. Primeiro, a proteção de terceiros: neste modelo todo o ar exalado passa pelo filtro, então ele faz controle de fonte; no valvulado, o ar exalado sai sem filtragem e as pessoas em volta não ficam protegidas. Segundo, o conforto: a válvula reduz calor, umidade e embaçamento de óculos em jornada longa. Escolha pelo ambiente: onde não se pode contaminar, este; onde o risco é só para quem usa, o valvulado.
Não. Ele filtra o ar do ambiente e não supre oxigênio, portanto não deve ser utilizado em locais fechados como câmaras, silos e tubulações. Espaço confinado é regulado pela NR-33 e exige linha de ar ou equipamento autônomo.
Não. O PFF2 classe S protege contra aerossóis sólidos e líquidos à base de água — poeiras, névoas e fumos. Não retém gases nem vapores orgânicos, porque não tem carvão ativado, e não é indicado para névoa oleosa, que exige classe P.
É a classe equivalente, não o mesmo ensaio: a norma brasileira exige eficiência mínima de 94% para o PFF2, e a norte-americana, 95% para o N95.
Não. É descartável e de uso limitado, mesmo quando aparenta estar em bom estado: o filtro eletrostático perde carga com a umidade e com o uso. Descarte ao fim da jornada, ou antes se estiver úmido, sujo, deformado, danificado ou se a respiração ficar difícil.
Sim — e é justamente o modelo indicado para esses ambientes, porque não deixa passar o ar exalado sem filtragem. Em manipulação de alimento, área limpa, farmacêutica e laboratório, o respirador com válvula não é adequado.
Sim, CA 44527, aprovado para proteção das vias respiratórias contra poeiras, névoas e fumos.
É o PFF2 que protege nos dois sentidos: quem veste e quem está ao lado. Filtro eletrostático em três camadas, perímetro soldado e clipe nasal interno, com o certificado que a fiscalização pede — e o escopo dito com todas as letras, para que ninguém compre o equipamento errado.
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